segunda-feira, 27 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
LEVANTAMENTO SOBRE O PERFIL E ATUAÇÃO DOS GEÓGRAFOS DA BAHIA /
Caros colegas,
Segue anexo e no texto abaixo o resultado de um dos trabalhos realizado pela APROGEO BA
Boa leitura!!!
LEVANTAMENTO SOBRE O PERFIL E ATUAÇÃO
DOS GEÓGRAFOS DA BAHIA
Com o intuito de obter um
diagnóstico sobre a atuação e o perfil dos profissionais em Geografia, a
APROGEO BA realizou um levantamento entre os anos de 2012 e 2013 e, através de
e-mails, a ficha representada na figura 1 abaixo, foi enviada para 344 pessoas
cadastradas no grupo aprogeoba@googlegroups.com.br.
Figura
1. Ficha para levantamento de dados.
Do total de e-mails
enviados, apenas 18%, ou seja, 62 pessoas responderam a ficha, total ou
parcialmente, e retornaram o contato (Figura 2).
Figura 2. Quantidade de e-mails enviados e respondidos.
De posse dos dados, foi
feita sua organização e tabulação que, apesar da pequena participação e das
poucas respostas obtidas, permitiram conhecer o cenário pretendido. Constatou-se
que alguns Geógrafos do estado estão trabalhando em outros estados e, que no
município de Salvador concentra-se a maioria dos profissionais (Figura 3),
assim como, a maior parcela daqueles que atuam na área técnica ou do
bacharelado. Já nos munícipios do interior do Estado, a atuação predominante é
na área da licenciatura nos níveis médio e superior.
Município
onde reside
|
Quantidade de pessoas
|
Aracajú
|
1
|
Teresina
|
2
|
Jacobina
|
4
|
Feira de Santana
|
1
|
Miguel Calmon
|
2
|
Serrolândia
|
1
|
Porto Seguro
|
1
|
Castro Alves
|
1
|
Vitória da Conquista
|
1
|
Poções
|
1
|
São Gonçalo dos Campos
|
1
|
Salvador
|
44
|
Figura
3. Distribuição dos Geógrafos por municípios.
Quanto à instituição ou
local de trabalho, 98% atuam no setor público e os órgãos com maior
predominância de profissionais são: IBGE, UFBA, UNEB, CPRM, SEI, INEMA, SSP-BA,
SEC-BA, SEDUR-BA, SEDHAM-SSA, Prefeituras e Petrobras.
Sobre a função ou cargo que
exerce, o resultado demostrou que boa parte atua em área correlata à sua
formação profissional (Figura 4), no entanto, ninguém é contratado como
Geógrafo.
Função ou cargo que ocupa
|
Quantidade de pessoas
|
Professor
|
15
|
Técnico de
nível superior
|
3
|
Analista de
Suporte Operacional
|
2
|
Analista em
Geoprocessamento
|
5
|
Gerente de
Geoprocessamento
|
1
|
Técnico em
Geotecnologias
|
4
|
Especialista
em Meio Ambiente e Recursos Hídricos
|
3
|
Assistente
de Geologia
|
1
|
Técnico em
Geociências
|
3
|
Analista em
Meteorologia
|
1
|
Capitão da
PM
|
1
|
Técnico de
Exploração de Petróleo
|
1
|
Investigador
de Polícia
|
1
|
Estagiários
|
5
|
Não
responderam este item
|
15
|
Figura
4. Função ou cargo desempenhado pelos Geógrafos.
De todas as respostas, uma
chamou atenção, pois, o profissional atua em uma escola de Serrolândia como
professor de química. Tal situação de outros exercícios profissionais vem sendo
bastante corriqueira e reflete a necessidade da luta pela ampliação do mercado
de trabalho do Geógrafo e do fortalecimento dessa classe profissional.
A APROGEO BA agradece aos que participaram desse levantamento e que
cordialmente responderam as
perguntas que permitiram um melhor conhecimento
do perfil dos Geógrafos do Estado.
Aviso:
III Assembleia Geral da APROGEO-BA e Comemoração ao dia do Geógrafo
Caros,
Favor fazer a inscrição pelo e-mail aprogeoba@gmail.com
Contamos com a sua presença
--
Saudações
Geográficas
Direção executiva da APROGEO-BA
http://aprogeoba.blogspot.com/http://www.wix.com/aprogeo/ba
Direção executiva da APROGEO-BA
http://aprogeoba.blogspot.com/http://www.wix.com/aprogeo/ba
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Favor fazer a inscrição pelo e-mail aprogeoba@gmail.com
Contamos com a sua presença
Saudações Geográficas
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Regularização Fundiária Urbana e o Papel do Geógrafo
Há um bom tempo
acompanhamos inúmeros debates acerca da importância da regularização fundiária
na melhoria das condições soci
Atualmente, o Brasil
possui o arcabouço legal necessário para implementação de um programa de
regularização fundiária urbana, tanto para as pequenas, quanto para as médias e
grandes cidades. Contudo, faz-se necessário que os gestores públicos municipais
criem o ambiente municipal ideal para aplicar o atual modelo de regularização,
assumindo assim, sua real responsabilidade de fiscalização e controle do uso de
ocupação do solo urbano municipal.
Além da criação de Leis
municipais que apresentem os instrumentos de mediação e regularização, o
município precisa dispor de um corpo técnico capaz analisar e produzir uma
adequada política de Regularização Fundiária que, além de resolver os conflitos
de direito de propriedade (titulação dos imóveis), estabeleçam as condições
mínimas necessárias de infra-estrutura urbana (esgotamento sanitário,
pavimentação, iluminação pública, abastecimento de água, transporte público,
saúde, educação e segurança), proporcionando o ambiente adequado de convivência
social.
Devido ao contínuo exercício
de pensar o “Espaço Geográfico”, o profissional Geógrafo é peça-chave no
processo de análise e produção qualitativa de uma política municipal de
regularização fundiária que busque minimizar as desigualdades sócio-espaciais,
tão evidentes nos centros urbanos. Por que o Geógrafo é tão importante? Porque
sua formação e competência, o leva a analisar, de forma criteriosa, as
condições socioeconômicas e
ambientais de distribuição espacial, considerando os vários aspectos de uso e
ocupação do solo, tão necessário num dado planejamento urbano.
Aspectos como
Cartografia, Geoprocessamento, Urbanização, vetores de expansão e distribuição
espacial representam uma síntese dos conhecimentos analisados pelos Geógrafos
contemporâneos. Assim, um programa de regularização fundiária com a
participação direta deste profissional, representa a melhor alternativa para a gestão
pública municipal que tenha como fundamento primordial, a garantia da função
social da propriedade.
Texto produzido pelo
Geógrafo Ademário Barbosa (membro do Conselho Fiscal da APROGEO/BAHIA –
2012/2014).
sábado, 11 de maio de 2013
Desmatamento na Amazônia em 30 anos é mostrado pelo Google
Nova ferramenta do Google permite ver imagens de satélite da Terra de 1984 a 2012. O desmatamento na Amazônia, no Estado de Rondônia é um dos destaques CLIQUE AQUI. Segundo o Google, a floresta Amazônica encolhe a uma taxa rápida para fornecer terra para a agricultura e criação de gado.
O AVANÇO DO DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA
A floresta Amazônica em Rondônia em 1984
A floresta Amazônica em Rondônia em 1994
A floresta Amazônica em Rondônia em 2012
Cada quadro do mapa é construído a partir de um ano de dados de satélite Landsat, constituindo 1,7 terapixel anual da Terra com resolução de 30 metros. O programa Landsat registra imagens da superfície da Terra desde 1972.
O site destaca ainda o crescimento de Las Vegas no EUA, mineração de carvão em Wyoming, nos EUA, irrigação na Arábia Saudita, drenagem do lago Urmia, no Irã, retração do glaciar Columbia, no Alasca, e expansão costeira em Dubai. Veja no site.
O número de alertas sobre desmatamento e degradação da Floresta Amazônica diminuiu cerca de 40% entre março e abril deste ano na comparação com o mesmo período de 2012, segundo levantamento divulgado na semana passada.
As imagens de satélites usadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), responsável pelo Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter), mostraram que em março as áreas possivelmente devastadas chegaram a 28 quilômetros quadrados), enquanto, em abril, a derrubada de árvores foi registrada em 147 quilômetros quadrados.
No ano passado, a devastação atingiu mais de 290 quilômetros quadrados. Nos dois levantamentos a cobertura de nuvens impediu um monitoramento adequado já que cerca de 50% do território monitorado estava encoberto.
As condições similares levaram técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a uma avaliação positiva dos números. "Estamos enxergando mais e, mesmo assim, as detecções estão menores do que em anos anteriores", disse George Ferreira, coordenador-geral de Monitoramento Ambiental do órgão.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Seminário de Diagnóstico do Sistema Metroviário de Salvador

O Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge/BA) e o Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte (MDT) realizam, no dia 09 de maio de 2013, o Seminário Diagnóstico do Sistema Metroviário de Salvador. O evento será realizado no Fiesta Bahia Hotel, com entrada gratuita, 300 vagas. As inscrições estão disponíveis em clicando AQUI
PROGRAMAÇÃO
Abertura – 9h
Presidente do SENGE-BA – Engenheiro Civil Ubiratan Félix
Coordenador Nacional do MDT – Arquiteto Nazareno Affonso
Diretor da Escola Politécnica da UFBA – Engenheiro Luis Edmundo Campos
Presidente do CREA – BA – Engenheiro Marco Antonio Amigo
Vice- Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALBA – Deputado Estadual Engenheiro Marcelino Galo
Subcomissão de Infraestrutura da ALBA – Deputada Estadual Engenheira Maria del Carmen
Secretário da Casa Civil do Estado da Bahia – Dr. Ruy Costa
Secretário de Infraestrutura e Transportes do Município de Salvador – Engenheiro Eletricista José Carlos Aleluia
Vereador Engenheiro Eletricista Leo Prates
Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador – Dr. Paulo Câmera
Coordenador Nacional do MDT – Arquiteto Nazareno Affonso
Diretor da Escola Politécnica da UFBA – Engenheiro Luis Edmundo Campos
Presidente do CREA – BA – Engenheiro Marco Antonio Amigo
Vice- Presidente da Comissão de Meio Ambiente da ALBA – Deputado Estadual Engenheiro Marcelino Galo
Subcomissão de Infraestrutura da ALBA – Deputada Estadual Engenheira Maria del Carmen
Secretário da Casa Civil do Estado da Bahia – Dr. Ruy Costa
Secretário de Infraestrutura e Transportes do Município de Salvador – Engenheiro Eletricista José Carlos Aleluia
Vereador Engenheiro Eletricista Leo Prates
Presidente da Câmara de Vereadores de Salvador – Dr. Paulo Câmera
10h às 10h45 – Apresentação do Diagnóstico do sistema metroviário do Salvador
Palestrante:
Engenheiro Cláudio Senna – Consultor, ex Secretário de Estado dos Transportes de São Paulo e Ex- Diretor de Operação do Metrô de São Paulo e do Rio de Janeiro
Engenheiro Cláudio Senna – Consultor, ex Secretário de Estado dos Transportes de São Paulo e Ex- Diretor de Operação do Metrô de São Paulo e do Rio de Janeiro
10h45 às 11h30 – Mesa de debate
Debatedores:
Engenheiro Eletricista José Carlos Aleluia – Secretário Municipal de Infraestrutura e Transportes.
Ruy Costa – Secretário da Casa Civil do Estado da Bahia
Engenheiro Eletricista José Carlos Aleluia – Secretário Municipal de Infraestrutura e Transportes.
Ruy Costa – Secretário da Casa Civil do Estado da Bahia
11h30 às 12h30- Debate com o público
14h30 às 17h30 – Implantação do Sistema Metroviário de Salvador e Integração com Sistema de Transporte Público da Cidade de Salvador
Palestrantes:
Engenheiro Mecânico José Geraldo Baião – Presidente da AEAMESP
Orlando Santos – subsecretário da Prefeitura de Salvador
Bruno Dauster – técnico da Casa Civil do Estado
Vereador Paulo Câmera – Presidente da Câmara de Vereadores do Salvador
Engenheiro Civil Horácio Brasil – Superintendente Executivo do SETPS
Engenheiro Mecânico José Geraldo Baião – Presidente da AEAMESP
Orlando Santos – subsecretário da Prefeitura de Salvador
Bruno Dauster – técnico da Casa Civil do Estado
Vereador Paulo Câmera – Presidente da Câmara de Vereadores do Salvador
Engenheiro Civil Horácio Brasil – Superintendente Executivo do SETPS
Coffee Break – 17h30 às 18h
18h às 19h – Debate com o Público
Fonte: http://www.sengeba.org.br
terça-feira, 7 de maio de 2013
Seminário de Estudos Coloniais TERRITÓRIO E POPULAÇÕES
Seminário de Estudos Coloniais
TERRITÓRIO E POPULAÇÕES
Feira de Santana, 07 a 09 de maio de 2013
Auditório V do módulo VII – Campus Universitário da UEFS
presentação
O seminário proposto consiste num evento de natureza científica cujo foco são as pesquisas sobre a América portuguesa, com ênfase nos temas da formação territorial, escravidão e mestiçagem, cotidiano e inquisição, economia, administração e política, etc. Os temas alinhavados acima serão abordados ao longo do seminário, no âmbito das conferências de abertura e encerramento e das seis mesas-redondas que terão lugar no mesmo. Com isso, visa-se constituir um fórum singular para divulgação de trabalhos especializados, aprofundamento de reflexões e trocas de experiências advindas da socialização do conhecimento produzido pelos sujeitos envolvidos.
Inscrições
As inscrições para o seminário são gratuitas, e podem ser feitas através do e-mailestudoscoloniais@gmail.com, bastando para tanto informar: nome completo, e-mail e instituição de origem. Vagas limitadas. Será oferecida certificação de 20h (vinte horas) para aqueles que obtiverem frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às atividades do evento.
Programação
Confira abaixo a programação provisória do seminário. Para acessar a programação completa do evento, com os títulos e resumos das apresentações, CLIQUE AQUI.
| 07 de maio (terça-feira) | 08 de maio (quarta-feira) | 09 de maio (quinta-feira) | |
| MANHÃ 9h-11h30 | MESA 1: Povos indígenas e territorialidades coloniais Expositores: de Medeiros (UFPE); Torres Cancela (UNEB) Debatedora: Baqueiro Paraíso (UFBA) | MESA 3: Escravidão, mestiçagens e mobilidade social Expositores: Paiva (UFMG); Ferreira (UFRRJ) Debatedor: dos Passos Cunha (UEFS) | MESA 5: Cotidiano e Inquisição na colônia Expositores: Nunes da Silva (UFRB); Bomfim Souza (UESB) Debatedora: Souza Santos Severs (UNEB) |
| TARDE 14h30-17h | MESA 2: Formação territorial do sertão baiano Expositores: Ivo (UESB); Alves dos Santos (USP) Debatedor: Fagundes Neves (UEFS) | MESA 4: Geografia Histórica e Geotecnologias aplicadas à Pesquisa Histórica Expositores: Bittencourt de Andrade (CMB); Morais de Castro (PUC-MG) Debatedora: Prof. Dra. Jocimara Souza Britto Lobão (UEFS) | MESA 6: Economia, política e administração no Brasil colonial Expositores: Pereira Sousa (UESB); Ricupero (USP) Debatedor: |
| 17h-18h30 | Conferência de abertura: de Castro Faria (UFF) | Lançamento de livros | Conferência de encerramento: Prof. Dra. Íris Kantor (USP) |
Apoio
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Feira de Santana (PGH-UEFS) Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia (PPGH-UFBA) Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Estadual de Feira de Santana (PROEX-UEFS).
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